Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de março de 2009

Encontro de Profissionais de Moda

Com o tema "Novos tempos, lindos dias", será realizada no dia 11 de março no Memorial da América Latina, em São Paulo, a 34ª edição do VIP - Encontro de Profissionais de Moda.
A proposta do evento é provocar e estimular os participantes a reagirem, com energia e otimismo, ao efeito paralisante da atmosfera de crise reinante no mercado. Através de impulsos vivenciais e muita informação, o workshop irá explorar caminhos e alternativas para que encontrem em si mesmos, através da pesquisa social e do mercado de moda, oportunidades e mecanismos para manter a originalidade e criar o novo e multiplicar seus resultados. O workshop é apresentado por Renata Miranda, consultora de marketing de moda, estudiosa e pesquisadora dos fenômenos sociais e seus reflexos sobre a lógica de compra e escolhas do consumidor e diretora da RM Desenvolvimento, empresa idealizadora do evento. Renata é palestrante reconhecida, nacionalmente, pela assertividade de suas informações e didática ímpar. Pesquisa e informação estão previstas nos espaços de lançamentos dos expositores e na apresentação multimídia de pesquisas mundiais em feiras e vitrines, exibindo os sucessos, as inovações e as originalidades para a Primavera/Verão 2009/10 nos segmentos jeans, casual, sportswear e malharia. No encerramento, todos os participantes recebem material exclusivo.
Após a estréia, em São Paulo, o evento percorrerá mais nove pólos de moda durante os meses de março e abril.
Ficha Técnica
34º VIP - Encontro de Profissionais de Moda
Data: 11 de março de 2008 Horário: 8h00
Local: Memorial da América Latina - Auditório Simon Bolívar - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda
www.renatamiranda.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

MODA


Falando de moda, ninguém mais nem menos para ilustrar do que fashionistas assumidos como a coelhinha super da moda e na moda..rs.. adora, mega óculos e olha o look chanel haha ahaaaaasou gataaaa ops coelha!!
Essa semana vou colocar uns assuntinhos mais específicos de moda mesmo, para as pessoas terem mais conhecimento do assunto, na enquete ao lado percebi que temos alguns estudantes do assunto, outros profissionais, muitoooooos consumidores é claro, todos nós somos né e alguns vários simpatizantes do assunto rs.. foi muito bom saber quem vem aqui ler o blog e descobrir que tem muitos colegas de faculdade e profissão também é sempre bom né, então pessoal não deixem de comentar no blog para que a gente possa se conhecer mais e assim eu saber exatamente quem vem aqui e o que faz, na hora de melhorar o blog com promoções como quero fazer e assuntos ficará mais fácil com a ajuda de vocês. MUITO obrigada à todos que participaram da enquete, amei =)))
Vamos láá..
Moda? ciclo da moda? como funciona isso?
Moda é um fenômeno que passa pelas seguintes fases: lançamento, aceitação, cópia e desgaste. Moda diferencia-se de estilo, pois este é pessoal. Para que a moda aconteça é preciso que existam seguidores, ou seja, ninguém "faz" moda sozinho. Moda é um fenômeno sociológico. É preciso que exista um consenso, pessoas que acreditem, concordem e consumam esta ou aquela idéia para que ela vire MODA.
O atual jogo de forças na determinação de tendências.
MODA = Lançamento -> Consenso -> Consumo -> Massificação -> Desgaste.
Rapidinho né, mas podexa que vamos nos aprofundar ainda um pouco mais no assunto e teremos um visão do que é moda mesmo no próximo post, então não deixem de passar aqui e deixar amarca de vocês, gosto de saber o que pensam sobre o assunto e o que gostariam de ver cada vez mais =))
Entãaao não percam o próximo post!!!!!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Mercado Financeiro Part. 2

Para driblar a crise financeira, muitas marcas estão adotando estratégias de expansão em mercados emergentes. Nike, Adidas, Zara e H&M são apenas alguns dos nomes que reforçam a sua presença no estrangeiro para combater a quebra do consumo interno.
Uma série de eventos sem precedentes no setor financeiro dos EUA abalou o mercado mundial (ver Mercado Fincanceiro - parte 1). As empresas de moda americanas cotadas na bolsa foram forçadas a reagir imediatamente à volatilidade do mercado.
A administração da Nike, por exemplo, aprovou um novo programa de quatro anos para a compra de ações no valor de 5 bilhões de dólares. Ao nível do consumidor, esta crise dificilmente poderia chegar a um pior patamar, com a aproximação das épocas festivas como o Natal. A National Retail Federation (NRF) prevê que as vendas nos EUA aumentem 2,2% na próxima época festiva, para os 470,4 bilhões de dólares, abaixo da média de 4,4% registrada há 10 anos e que significa o crescimento mais baixo desde 2002, quando as vendas da época festiva aumentaram apenas 1,3%.
«As atuais pressões fiscais e a falta de confiança na economia vão forçar os compradores a serem muito conservadores nos seus gastos na época de festas», afirma a economista-chefe da NRF, Rosalind Wells. «Os consumidores vão estar mais cautelosos nesta época e estarão menos dispostos a gastar em artigos supérfluos».
A NRF acrescenta ainda que, com a atual crise da indústria financeira abalando a confiança dos consumidores, não se prevê uma reviravolta econômica até ao segundo semestre do próximo ano. Da mesma forma, também o porta-voz do British Retail Consortium, Richard Dodd, considera que «a agitação da bolsa nas últimas semanas vai diminuir ainda mais a confiança do consumidor. Isto torna os consumidores nervosos ainda menos dispostos a gastarem o dinheiro que têm». Com efeito, o setor financeiro é uma das principais fontes de rendimento para as economias dos EUA e do Reino Unido, sobretudo agora que as suas fortes bases de produção - incluindo moda e calçado - se mudaram para o estrangeiro. Levando em consideração o ciclo natural da economia, está claro em que fase (crescimento ou recessão) está o mundo ocidental. No entanto, mercados emergentes como o Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC) estão prontos para aproveitar esta mudança no poder econômico e dispostos, em contrapartida, a crescer. Mais uma vez, a indústria da moda está totalmente ligada a esta mudança, e as redes de fast-fashion têm reforçado as suas posições na China, no Oriente Médio e na Rússia para compensarem as quebras de vendas nos seus mercados domésticos. Nos últimos meses, nomes como Iconix Brand Group, Berghaus, Uniqlo e Lindex investiram nestes mercados e iniciaram as suas operações nos países BRIC. Por isso, pode ser que a natureza global da indústria da moda dê os seus frutos nestes tempos difíceis para a economia, com marcas bem conhecidas como a Nike e a Adidas, juntamente com redes como a Zara e a H&M, sendo capazes de lucrar nestes mercados em rápido crescimento. Contudo, também é interessante ressaltar que, apesar da atual crise na economia americana ter enfraquecido a confiança dos consumidores, o retorno à sua forma habitual deve ser apenas uma questão de tempo.
Até lá, contudo, artigos como vestuário e calçado serão menos contemplados nos orçamentos das compras, sobretudo com relação ao aumento dos preços do petróleo. Por isso, uma migração em curto prazo para os mercados emergentes pode ser uma forma lucrativa de varejistas e marcas sobreviverem nesse período em que até os bancos estão em crise.
FONTE: Portugal Têxtil.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Mercado Financeiro

Na semana passada, uma série de eventos sem precedentes no setor financeiro dos EUA abalou os mercados mundiais, deixando varejistas e marcas receosos de que as já difíceis condições econômicas se agravassem ainda mais. A crise em Wall Street provocou mais uma quebra nas operações no mundo da moda e, para muitos, é a prova clara de que a expansão internacional pode ser o melhor remédio em curto prazo. Numa altura em que a indústria da moda estava começando a lidar com a realidade preocupante da crise do crédito, o aumento dos preços dos bens essenciais e a recessão iminente, o quarto maior banco dos EUA, o Lehman Brothers, abriu falência levando a uma quebra dos mercados. O efeito dominó viu também o gigante do investimento Merrill Lynch ser vendido ao Banco da América e a não menos gigante seguradora AIG a ter de conseguir, juntamente com o Governo Americano, uma "bóia salva-vidas" de 85 bilhões de dólares para sobreviver, numa semana que entra para a história como uma das mais terríveis de Wall Street.
Com a quebra dos mercados, o Goldman Sachs e o Morgan Stanley deixaram de ser bancos de investimento para passarem a ser empresas bancárias com uma regulamentação mais apertada. E o Congresso Norte-Americano estipulou um plano de salvamento de 700 bilhões de dólares para o setor, que ontem recebeu "luz verde" dos Democratas e Republicanos, no seguimento de uma intervenção preocupada de George W. Bush na semana passada. A turbulência subseqüente a esta crise financeira foi sentida no mundo inteiro, com a Bolsa de Valores da Rússia fechando temporariamente e o banco britânico HBOS concordando com a aquisição do Lloyds TSB.
O varejo também manifestou a sua preocupação. Numa intervenção no programa da BBC "Question Time", Simon Wolfson, diretor-executivo da rede de moda britânica Next, apoiou as intervenções iniciais do Governo na AIG e no HBOS. Para Wolfson, «a coisa mais importante que o governo tem de fazer - o que, para ser justo, já está sendo feito -, é, assim que os clientes começarem a ficar nervosos, agir e agir rapidamente. Quer seja o governo americano mexendo-se para segurar a AIG ou o governo britânico e a Lloyds agindo para apoiar o HBOS. É nisto que temos de nos concentrar em vez de exagerar o problema, que em si já causa muitas dificuldades».
O colapso dos bancos de investimento, a quem se atribui culpas pela concessão exagerada de créditos de alto risco, deve agora resultar em mais ajudas do governo, taxas mais elevadas e aumento do desemprego - o que não é o melhor para os varejistas e marcas após a crise do crédito. Além disso, os bancos já sob pressão devem apertar os regulamentos e aumentar as taxas sobre os empréstimos como resultado desta crise.
Na próxima semana voe poderá conferir as soluções que algumas marcas estão adotando para sobreviver à crise de Wall Street.